O pó da rabiola. É como eu chego em casa nas quintas à noite. Depois da labuta e de horas perdidas no trânsito, outras tantas perdidas assistindo aula de metodologia do português; tomar um banho, colocar meu pijaminha confortável, me ajeitar na cama para xeretar no facebook, ler uns parágrafos do livro que está na cabeceira da cama... é tudo que preciso.
Mal fecho a porta e... "AAAAAHHHHH", pula na minha frente um ser vindo da escuridão da cozinha. "CARALHO! VAITOMANOC*! QUÉMEMATÁ?!!!", meu coração vem para a garganta. "Ha-ha-ha", ela ri da minha cara de pânico.
Bom, caso eu desenvolva problemas cardíacos precocemente já sabem quem culpar. Em outras palavras, cada um tem a irmã gêmea que merece.
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