Que venha 2012!

Que listinha de metas que nada! No último dia do ano, não vou perder tempo com promessas para (não) cumprir em 2012! Tsc tsc tsc.

Estou é aqui matutando em como irei torrar os 170 milhões da mega-sena da virada! Uhuu!
Que venha 2012!
.....

Aprendi a escrever réveillon. RÉVEILLON.

Mila e suas conclusões lógicas

Aiii! A gaveta do criado mudo caiu bem no meu dedão!
Mila: "Não deve ter doído tanto assim, você não gritou tão alto."
Nossa, eu jamais pensaria em um método de avaliação da dor alheia tão eficaz.

Saindo do Gopala, aquele restaurante indiano e vegetariano da Antônio Carlos:
"Essa comida não deve ser tão saudável, cheia de óleo... Você viu? Todas as funcionárias são gordinhas! Até a dona é gordinha!"
(...)

Coisas da gemelidade 3

Tenho cabelos brancos que crescem para o mundo, como diz a amiga Rafaela. Contei três da última vez. Três fios que sempre aparecem para dizer um "oi" pelo espelho do elevador, geralmente de manhã, quando estou atrasada, saindo para o trabalho. Nem preciso comentar da alegria que sinto ao encontrá-los... (arght!) já começo o dia de mau com a vida.
Fico com medo de arrancá-los, essa é a verdade. E se aquele ditado for real? E se no lugar de cada um deles surgirem mais três? Tipo progressão geométrica mesmo. Tremo só de pensar. Melhor evitar brincar com forças obscuras. Sofro.

Eu tenho cabelos brancos e a Mila não.

Natal

Meu vestido natalino está apertado.
Das duas uma: ou paro de beber cerveja, ou paro de respirar.

Francesas sem sutiã

As francesas não usam sutiã. Foi a conclusão que cheguei depois de uma hora e quarenta no cinema. Filme bobinho, personagens sem graça, história morna, a única coisa que me chamou a atenção foi a total ausência da peça íntima feminina.
Queria ser francesa, principalmente no verão.

Férias


Quero tempo para ler o livro que ganhei de aniversário, nada mais.

Chanel nº5

Estávamos passeando no shopping. Vontade de gastar dinheiro mas sem encontrar nada de muito atrativo nas vitrines. Eis que, Mila me olha com cara de sapeca: "vamos escolher nosso perfurme!" e corre para dentro da loja de fragrâncias importadas. A ideia não era comprar nada, claro, é que daqui a alguns dias Mila embarca para mais um congresso em Buenos Aires e aí, na volta, pretende se divertir no Duty Free.
Topei, lógico. E ficamos lá,  borrifando perfumes diferentes, misturando tudo, confundindo tudo, até que... suspense... por entre os vidrinhos coloridos surge a cobiçada prateleira dos Chanel. 
Chanel nº5, o "pijama" de Marilyn Monroe, o cheiro da mulher moderna engarrafado! Pegamos delicadamente a embalagem quadrada e salpicamos o líguido relusente na tira de papel...
Blaght! Que horror! Ainda bem que os tempos mudaram!

Rir ou chorar?

Ele olha para minha barriga e diz:
- Nossa senhora, hein?
Poxa, já to me achando gorda e você ainda fala assim? Pára de me pôr para baixo!
- Beibe, não sou eu que te ponho para baixo, é a gravidade.

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