O som da britadeira à uma da madruga se mistura ao meu sono. Não sei mais se o barulho vem da rua ou se é o vizinho de cima que despeja baldes de pedra em minha cabeça por um buraco no teto. Coberta de poeira, tento ao máximo impedir que as pedras me atinjam, tarefa árdua.
Abro os olhos, três da manhã, o barulho não para. Socorro, é o começo do apocalipse, só pode!