Felicidade genuína

Nina no parquinho corria de um lado para outro sem parar, dava cambalhotas na areia e não cansava de se pendurar no trepa-trepa. Sorria, pulava, gritava e até beijinhos nos brinquedos de madeira ela distribuiu. Era uma alegria tão pura e sincera que me deu um nó no estômago. Não me lembro da última vez em que fui feliz assim. Por que é que a gente cresce desaprendendo a ser feliz? Quero a minha inocência de volta.

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