No ônibus, presenciei uma tentativa de furto. A mocinha desatenta, parada a minha frente, não percebeu que o homem ao seu lado estava de olho em sua mochila. Ele tinha mãos escorregadias, que procuravam, disfarçadamente, encontrar os objetos de valor da garota.
Tudo péssimo, não fosse meu sangue samurai falando mais alto. Não pensei duas vezes, chamei a atenção da menina e contei o que estava acontecendo. (ohh!! aplausos da platéia)
Acontece que o bandidinho não gostou e ficou me encarando até descer na próxima parada. Eu, como uma boa justiceira, encarei-o de volta (não sem sentir aquela alfinetadinha de medo na espinha dorsal, é claro), mas afinal quem estava errado era ele. Depois, fiquei me sentindo a verdadeira Mulher Maravilha.
Até contar a história para o Adri que me preocupou..."e se o ladrão te marcar?!"
Bom, nesse caso é melhor avisarmos a Mila também.
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