Obrigada pela paciência.
Por me estender a mão, por me ajudar a levantar, a chacoalhar a poeira da roupa, limpar a maquiagem borrada, prender os cabelos, assoar o nariz.
Obrigada por ter levado em conta os meus sentimentos, por ter estado presente todo esse tempo em que você podia ter simplesmente virado as costas. Obrigada por não virar as costas.
Eu frágil, bobona, com as pernas bambas, reaprendi a andar segurando os seus braços. Você paciente engoliu o que sentia para me deixar confiante, mais madura, mais dona de mim.
Agora, depois de 4 meses, eu me sinto melhor. Sinto que consigo caminhar me equilibrando nos meus próprios pés. Frio na barriga. Ainda acho que era para sermos felizes para sempre.
Te amo eternamente. Mas agora de um jeito diferente. Agora eu sei. O amor não acaba, vai virando outras coisas.
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